sábado, 9 de janeiro de 2010

Inferno próprio, ilusório real...

 Não sei como nem porque, mas gostei de você...
Me deu atenção, me fez sentir especial...
 Fui estupida, te enrolei...
Mas foi mesmo sem querer, juro.
 Não sei porque você ainda continuou a me dar atenção
Me iludiu, entrou no meu coração.
 Se mostrou inocente, inofensivo, atencioso e até carinhoso..
 E então me machucou, me fez sangrar...
Tava tão inocente e alheia a tudo e a todos...
Me chamou a atenção denovo e me enganou.
 Não sei se foi covardia, mas acredito na maldade.
Agora estou triste denovo e sangrando novamente como riachinhos de sangue escorrendo pelas tangentes
 Por todos os lados, de todas as formas...
 Sangrando e sentindo me como um pequeno monstro cruel...
Só que dessa vez a vitima sou eu, mas sinto-me como o monstro.
Não sei o que faço com essa estupidez, essa ingenuidade...
 A vontade de encontrar o que a muito tempo procuro é tanta
Que acabo vitima da minha própria armadilha.
 E sinto nojo de mim mesma por te situar como vitima dos meus sentimentos
Mas não posso fechar meus olhos diante da sua culpa nessa participação...
Complicado, estranho, real e surreal.
 Só quem paga essa culpa sou eu e mais ninguém.
Idiota! Grandississima idiota sentimental eu sou.
Pago quieta por algo que não sei mais como sufocar.
Inferno.

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